
O Sistema FIEPB, por meio do SESI Paraíba, implantou, no mês de setembro, o Banco Vermelho, uma intervenção instalada no jardim da Federação das Indústrias, em Campina Grande, que amplia as ações institucionais voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. A inauguração reuniu gestores e colaboradores do Sistema FIEPB, além de representantes do Conselho Nacional do SESI, que é parceiro da iniciativa.
Mais do que uma intervenção urbana, o banco é um ponto permanente de conscientização. Por meio de um QR Code, o espaço disponibiliza informações sobre os diferentes tipos de violência, além de orientações sobre canais de apoio e de denúncia, como o Ligue 180. A iniciativa também conta com o apoio do projeto Mulheres que Fazem e do Ministério Público da Paraíba (MPPB).
Durante a inauguração, a superintendente do SESI Paraíba, Silvia Pereira, destacou a importância de reconhecer também formas menos visíveis de agressão e de fortalecer as redes de apoio à mulher.
“Essa informação precisa chegar e, além da informação, é preciso encorajar para que a mulher dê o primeiro passo e não permita que esse tipo de violência cresça no ambiente doméstico”, afirmou a superintendente.
Para a conselheira do Conselho Nacional do SESI, Cida Trajano, a iniciativa reforça a responsabilidade coletiva na construção de uma sociedade mais segura e respeitosa.
“Nós não podemos nos calar ou deixar que essa cultura de violência continue. Homens e mulheres fazem parte desse pacto. Vamos acabar com a violência contra as mulheres”, destacou Cida Trajano.
Com a instalação do Banco Vermelho, o Sistema FIEPB passa a contar com um espaço permanente dedicado à informação, ao acolhimento e à prevenção. A Paraíba e São Paulo são os únicos Departamentos Regionais do SESI escolhidos para receber o projeto.
Sobre o Banco Vermelho
O Banco Vermelho é uma instalação em espaços públicos criada para conscientizar sobre o fim da violência contra a mulher e o feminicídio zero. O projeto foi instituído pela Lei Federal nº 14.942/2024. O movimento começou na Itália, em 2016, e chegou ao Brasil trazido pelo Instituto Banco Vermelho.
Colaboração/Texto: Diego Araújo




